Com as recentes mudanças climáticas, a sustentabilidade ganhou força em todos os setores. A transição verde se tornou um dos principais fatores de transformação do mercado, no relatório Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial (WEF), estima que 39% das competências profissionais atuais deverão se transformar ou ficar desatualizadas até 2030. Além disso, o relatório Workforce 2030, da Organização Internacional do Trabalho (OIT, 2025), prevê que a convergência entre as transições verde e digital gerará 58 milhões de novos empregos no mundo até 2030.
No cenário atual, investir em soluções sustentáveis é um movimento estratégico e competitivo. Cada vez mais indústrias e corporações adotam o ESG, sigla em inglês para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). O conceito, criado em 2004, vem ganhando espaço e redefinindo a agenda de todos os segmentos.
Entre as principais ações adotadas pelo mercado, destacam-se:
- Uso consciente de recursos;
- Redução de desperdícios;
- Eficiência energética;
- Gestão inteligente de resíduos;
- Desenvolvimento de produtos e serviços sustentáveis;
- Responsabilidade social e cumprimento de metas ambientais.
Mas como as questões sustentáveis estão presentes em todas as áreas?
A lógica do mercado mudou. Se antes a sustentabilidade era vista como uma especialização restrita a engenheiros ambientais ou gestores de resíduos, hoje ela se tornou uma competência transversal. Todas as profissões possuem algo em comum: a gestão e o impacto no uso de recursos.
- Na Engenharia: A engenharia está no centro da transição sustentável. O desenvolvimento de novos materiais, construções ecológicas, eletrificação, energias renováveis e processos eficientes auxilia na redução de poluentes e desperdícios. O WEF destaca engenheiros ambientais e de energia renovável entre as 15 profissões com crescimento mais rápido no mundo até 2030.
- Na Tecnologia: Tecnologia e sustentabilidade caminham juntas. A transição verde depende diretamente de medir, monitorar, prever e otimizar. Como aponta a Agência Internacional de Energia (IEA) no estudo Mapping Green and Digital Energy Jobs, a digitalização é um dos principais vetores da transição energética. Profissionais de TI atuam na interseção entre dados, Inteligência Artificial e automação, criando desde sistemas de monitoramento de consumo energético e manutenção preditiva até smart grids, cidades inteligentes e logística de baixo carbono.
- Na Saúde: A sustentabilidade vai além da redução do rastro de carbono hospitalar e entra na própria forma de prestar assistência. Alinhada ao conceito da Organização Mundial da Saúde (OMS) de uma força de trabalho inteligente ao clima (Climate-Smart Health Workforce), profissionais de saúde desenvolvem competências para diagnosticar, prevenir e administrar os impactos climáticos na saúde humana (como surtos e estresse térmico), além de garantir o descarte correto de resíduos contaminantes.
- Na Arquitetura: Decisões de projeto e escolha de materiais são críticas, considerando que o setor de edifícios e construção responde por cerca de 37% das emissões globais de carbono e quase 50% da extração global de materiais. Práticas como o uso de ‘arquitetura biofílica’ e resfriamento passivo nos projetos atendem diretamente às recomendações da UNEP para reduzir a intensidade energética do setor antes de 2030.
Sustentabilidade na prática: O compromisso UniFacens
Na UniFacens, a sustentabilidade é um compromisso diário: nosso Smart Campus possui rastreamento e monitoramento ativo dos recursos em um laboratório vivo, e também um campus verde com mais de 100 mil m². Além disso, nossos planos de ensino possuem um compromisso direto com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
Certificação Internacional Lixo Zero
Como demonstração desse compromisso, a UniFacens recebeu a certificação Lixo Zero, atingindo o índice de 97,2% de desvio de resíduos de aterros e incineradores. Com essa conquista, tornou-se o primeiro centro universitário da América Latina a obter essa certificação internacional.
Essa conquista é resultado de uma série de transformações e mudanças de mentalidade no campus voltadas ao reaproveitamento e à reciclagem. Afinal, uma graduação sustentável forma profissionais que levam iniciativas sustentáveis para suas próprias carreiras.
A vivência em projetos sustentáveis e na cultura Hands On desenvolve competências fundamentais para o mercado atual, como visão sistêmica, pensamento crítico, capacidade de resolver problemas complexos, responsabilidade social e trabalho interdisciplinar.
A UniFacens prepara profissionais para o futuro: pessoas capazes de compreender o impacto de suas decisões e atuar na construção de soluções mais responsáveis para a sociedade.
Quer fazer a diferença no mercado estudando em um campus reconhecido internacionalmente por suas práticas sustentáveis?
Venha para a UniFacens e transforme o futuro da sua profissão!
Fontes citadas e de referência:
- IEA. Mapping Green and Digital Energy Jobs. International Energy Agency, 2024.
- ILO. Workforce 2030: Skills for thriving in the green and digital transitions. Geneva: International Labour Organization, 2025.
- UNEP. Global Status Report for Buildings and Construction 2025-2026: As climate risks rise and cities grow, we must rethink how we build to create better lives for all. Paris: United Nations Environment Programme, 2026.
- WEF. The Future of Jobs Report 2025. World Economic Forum, 2025.
- WHO. Building Climate-Resilient Health Systems: Supporting countries to protect human health from climate change. World Health Organization.







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